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Gato Preto e Omiri confirmados no 16º Festival MED

Publicado em 15 Abril 2019 por RUA

O Festival MED anuncia mais dois nomes que irão juntar-se aos já confirmados artistas que farão parte do cartaz da sua 16ª edição. Gato Preto (Gana/Moçambique/Portugal) e Omiri (Portugal) têm também presença garantida naquele que é um dos principais festivais de World Music no circuito europeu.
Depois de um concerto cancelado devido à chuva na edição de 2018, os Gato Preto regressam na máxima força ao MED para dar tudo em palco, com toda a energia a que já habituaram o público.
Formados pela rapper, performer e letrista Gata Misteriosa – ela que cresceu nos arredores de Lisboa e tem ascendência moçambicana – e pelo produtor (beats e sintetizadores) ganês, há muito residente na Alemanha, Lee Bass – ele que também orgulhosamente congrega para a sua música a profunda tradição do highlife do Gana -, os Gato Preto nasceram em Dusseldorf, na Alemanha, em 2012 e começaram de imediato a marcar um território musical que é só deles.
Na sua música encontramos kuduro, baile funk e kwaito mas igualmente… punk e metal, rap e trap, afrobeat e afrohouse, para além de o duo fazer questão de homenagear explicitamente duas lendas maiores a quem a música atual tanto deve e que tantas vezes são esquecidas: George Clinton (o mentor dos Funkadelic e dos Parliament) e Lee “Scratch” Perry, o principal inventor do dub jamaicano.
E, depois de vários singles e EPs como “Tschukudu”, “Dinheiro Negro”, “Soundgals”, “Pirao”, “Barulho”, “Soundgals”, “Dia-D”, “Take a Stand” ou “Feitiço”, e de um álbum completo, “Tempo”, editado em 2017, é agora a altura certa para ficarmos a conhecer a música futurista e pan-africana dos Gato Preto.
Artista convidado na apresentação do 15º Festival MED, em maio de 2018, no Cine-Teatro Louletano, Omiri é agora um dos integrantes do alinhamento musical do evento este ano.
Trata-se de um dos mais originais projetos de reinvenção da música tradicional portuguesa. E para reinventar a tradição, nada melhor que trazer para o próprio espetáculo os verdadeiros intervenientes da nossa cultura; músicos e sons de todo o país a tocar e a cantar como se fizessem parte de um mesmo universo. Não em carne e osso mas em som e imagem, com recolhas transformadas e manipuladas em tempo real, servindo de base para a composição e improvisação musical de Vasco Ribeiro Casais.
Também se propõe um baile onde todos os temas tocados são dançáveis, segundo o ritmo e o balanço das danças tradicionais e não só (repasseados, drum’n’bass, malhões, viras, break beat, corridinhos…).
Omiri é, acima de tudo, remix, a cultura do século XXI, ao misturar num só espetáculo práticas musicais já esquecidas, tornando-as permeáveis e acessíveis à cultura dos nossos dias, isto é, sincronizando formas e músicas da nossa tradição rural com a linguagem da cultura urbana. Em Omiri a música e cultura portuguesa é rica e gosta de si própria.
Estes nomes juntam-se aos já confirmados Marcelo D2 (Brasil), Mellow Mood (Itália), Marinah (Espanha), o projeto multicultural e transnacional The Turbans (Bulgária/Israel/Irão/Grécia/Turquia/Reino Unido), Kel Assouf (Níger/Bélgica), Selma Uamusse (Moçambique/Portugal), Orkesta Mendoza (Estados Unidos/México), Anthony Joseph (Trindade e Tobago), Moonlight Benjamin (Haiti/França), Dino D’Santiago (Portugal/Cabo Verde) Tshegue (Congo/França) ou aos portugueses Gisela João, Dead Combo, Diabo na Cruz, Cais do Sodré Funk Connection, Camané e Mário Laginha.
Recorde-se que o Festival MED decorrerá de 27 a 30 de junho (este último, o “Dia Aberto”), na Zona Histórica de Loulé, este ano ostentando o galardão de “Melhor Contributo para a Sustentabilidade” na Península Ibérica, distinção alcançada nos Iberian Festival Awards.
Os bilhetes já estão em pré-venda na BOL, parceiro do Festival MED, através do link https://bit.ly/2W2cLvy
Todas as informações sobre o Festival MED disponíveis em https://www.facebook.com/festivalmedloule/

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Rádio Universidade de Coimbra assinala 50 anos da revolução estudantil

Publicado em 11 Abril 2019 por RUA

A Rádio Universidade de Coimbra (RUC) organiza, no próximo dia 17 de abril, quarta-feira, uma emissão especial intitulada “Queremos falar!”. O programa decorre entre as 21h e as 23h, a partir do teatro estúdio do CITAC, no 1º. Piso da Associação Académica de Coimbra (AAC).

Tendo como mote o 17 de abril de 1969, data histórica para a revolução estudantil, a RUC junta investigadores, antigos dirigentes associativos e estudantes da geração de 69, com os que hoje fazem parte da academia. O objetivo passa por discutir o impacto da crise académica, dentro das paredes que, há 50 anos atrás, serviram de pano de fundo à contestação estudantil.

O debate faz parte de um conjunto de iniciativas que a RUC vai organizar até ao final do ano, focadas nas várias vertentes da reivindicação estudantil. O programa completo vai ser divulgado em breve.

A emissão “Queremos falar!” tem início às 21h e vai ser transmitida em direto, em 107.9FM ou em www.ruc.pt. A entrada é livre.

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ELASTIC ruma novamente ao Algarve

Publicado em 11 Abril 2019 por RUA

ELASTIC ruma novamente ao Algarve onde estreou em Fevereiro no Cine-Teatro Louletano, em Loulé, passando depois pelo Teatro Ibérico, em Lisboa.

Desta vez, o barco de Elastic atraca nas zonas portuárias e ribeirinhas do Algarve, passando pela Ilha da Culatra, Faro, Portimão, Alcoutim e Vila Real de Santo António.

O ELASTIC de João de brito é uma colectânea de poemas de autores algarvio, que se mistura que misturam com o texto de Sarah Lemonnier e João de Brito. O espectáculo fala-nos dos contrastes geográficos do território português e da influência desta questão na construção de identidades, bastando-se para tal da história de 4 jovens e dos lugares onde estes cresceram. “Será a amizade capaz de sobreviver à mudança?” é o mote desta peça.

Criada e encenada por João de Brito, com o texto de Sarah Lemonnier e do encenador, a peça junta os actores Diogo Valsassina, Inês Monstro,Jorge Albuquerque e Luís Simões e contou ainda com uma curadoria musical do The Legendary Tigerman.

DATAS

26 abril | 18h30 |  Ilha da Culatra

28 de Abril | 18h30 | Parque Riberinho – Anfiteatro | Faro

5 de Maio | 18h30 | Associação Recreativa e Cultural Os Músicos | Faro

10 de Maio |18h30 | Marina de Portimão | Portimão

12 Maio | 18h30 |  Cais da vila de Alcoutim | Alcoutim

13 Maio | 18h30 |  Av. Da república | Vila Real Santo António

BILHETES

5€ – bilhete *

10€ –  bilhete + livro ELASTIC (cd das músicas do espectáculo incluído) *

Ilha da Culatra: entrada livre

 

*Sujeito à lotação das delimitações do recinto

 

 

 

Para mais informações:

Patrícia Lages | comunicacao.lama@gmail.com | +351 918 83 06 24

https://www.facebook.com/lamateatro/

 

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Associação Recreativa e Cultural de Músicos celebra 29º Aniversário

Publicado em 11 Abril 2019 por RUA

A Associação Recreativa e Cultural dos Músicos (ARCM), está a preparar a comemoração do seu 29ºAniversário num serão que pretende juntar sócios, amigos e convidados no Sábado, 13 de Abril, na sua sede localizada na antiga “Fábrica da Cerveja”, na Vila Adentro, em Faro. Uma noite que contará com a apresentação do trabalho de vários artistas, uns que pela primeira vez pisam o palco da associação, outros que ao longo dos anos têm partilhado momentos importantes nestas quase três décadas de vida associativa.

O momento solene da noite decorrerá pelas 21h30 quando, terminada a votação para eleição para os órgãos sociais que decorre nesse mesmo dia, serão apresentados os novos dirigentes da associação.

Dois projectos artísticos integram o programa da celebração do Aniversário da Associação. “JAM”, pela Associação Blues do Algarve e “Manos Duarte”, pelos músicos e humoristas criadores de “Vai tudo abaixo” e “Homens da luta”.

Na mesma noite, integrando as comemorações de 25 edições do festival Super Bock Super Rock sobe também ao palco pelas 22h30, Conan Osíris, recente vencedor do festival da canção RTP. Os ingressos para este espetáculo podem ser adquiridos no local desde as 15h, estando limitados a dois por pessoa.

As portas da associação abrem pelas 21h00, sendo a entrada livre a todas as restantes actividades.

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Camané e Mário Laginha juntos no Festival MED

Publicado em 05 Abril 2019 por RUA

O Festival MED anuncia a presença de dois dos mais talentosos artistas portugueses no cartaz da sua 16ª edição, para um espetáculo que promete surpreender o público. O fadista Camané junta-se em palco ao pianista Mário Laginha, para dois regressos muito aguardados ao festival louletano.

Camané e Mário Laginha não são estranhos. Já deram vários concertos juntos. Do excelente entendimento sentido nessas colaborações esporádicas, resultou agora o inevitável aprofundamento dessa simbiose: “Aqui está-se sossegado” é um novo projeto pensado de raiz para dar mais brilho a uma voz e a um piano que se descobriram cúmplices desde a primeira vez que encheram um palco.

Este espetáculo contará com cerca de duas dezenas de temas, saídos do cânone fadista tradicional, do repertório de Camané e incluirá também inéditos compostos por Mário Laginha que, recorde-se, musicou já um poema de Álvaro de Campos “Ai Margarida”, que integra um dos últimos discos de Camané.

Ambos os artistas dispensam apresentações pelo brilhante currículo em cada uma das suas áreas: Camané, no Fado, e Mário Laginha, no Jazz. As passagens pelo Festival MED – Camané, em 2009, e Mário Laginha, em 2010, com o projeto “3 Pianos” (ao lado de Bernardo Sasseti e Pedro Burmester).

Refira-se que o Festival MED tem lugar na Zona Histórica de Loulé, nos dias 27, 28, 29 e 30 de junho, na Zona Histórica de Loulé. Até ao momento, a par de CAmané e Mário Laginha, já estão confirmados os nomes do brasileiro Marcelo D2, Mellow Mood (Itália), Marinah (Espanha), o projeto multicultural e transnacional The Turbans (Bulgária/Israel/Irão/Grécia/Turquia/Reino Unido), Kel Assouf (Níger/Bélgica), Selma Uamusse (Moçambique/Portugal), Orkesta Mendoza (Estados Unidos/México), Anthony Joseph (Trindade e Tobago), Moonlight Benjamin (Haiti/França), Dino D’Santiago (Portugal/Cabo Verde) Tshegue (Congo/França) ou os portugueses Gisela João, Dead Combo, Diabo na Cruz e Cais do Sodré Funk Connection.

Os bilhetes já estão em pré-venda na BOL, parceiro do Festival MED, através do link https://bit.ly/2W2cLvy

Todas as informações sobre o Festival MED disponíveis em https://www.facebook.com/festivalmedloule/

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Festival Som Riscado de volta a Loulé

Publicado em 29 Março 2019 por RUA

O Som Riscado – Festival de Música e Imagem de Loulé regressa, de 11 a 14 de abril, com um cartaz que vem consolidar o conceito e principais linhas programáticas deste evento singular e com duas grandes novidades relativamente a anteriores edições: um forte envolvimento da comunidade escolar da região e uma aposta inequívoca na vertente formativa nesta que é a sua 4.ª edição.

A apresentação de concertos, performances, instalações interativas e debates mantém-se, bem como a singularidade que carateriza este festival único a sul: os cruzamentos e diálogos criativos entre a música de cariz experimental e os universos da imagem e das artes visuais, mas também as abordagens exploratórias em torno da arte sonora.

No sentido de assegurar uma forte participação de alunos e professores do Concelho de Loulé e da região algarvia, têm lugar, antes do festival propriamente dito, ações de mediação artística que consistem em conversas performativas, em escolas parceiras da região, públicas e privadas, com o músico Vítor Rua – uma das figuras-chave e icónicas da música criativa portuguesa  –  e o reconhecido realizador e compositor André Tentugal, entre os dias 1 e 5 de abril.

A 11, dia do arranque oficial, há lugar ao “Concílio (riscado) dos Deuses”, encontro que inclui uma performance de violino solo por Carlos Zíngaro – outro dinossauro da música improvisada portuguesa – e uma conversa informal entre Vítor Rua, André Tentugal, Carlos Zíngaro, Lixoluxopóetico e Noiserv, na Ermida da Nossa Senhora da Conceição (em frente ao Museu Municipal de Loulé). A entrada é livre (a lotação é limitada) e a iniciativa começa às 21h00.

O espetáculo inaugural do festival está a cargo da Radar 360.º, associação cultural (Porto), que traz a Loulé “Manipula#Som” um concerto visual de caráter circense. A linguagem artística do projeto nasce do diálogo entre a manipulação de objetos e a música interativa. “Os objetos transformam-se e recriam-se à nossa volta. Os nossos corpos relacionam-se com eles e jogam… Tudo isto se ouve e se compõe!”, adiantam os artistas. “Manipula#Som” acontece, assim, a 12 de abril em dois formatos; pelas 10h00, num registo essencialmente dirigido a crianças e jovens de grupos de férias da Autarquia louletana e seguido de um workshop; e às 21h30, para o público em geral, seguido de uma conversa com os artistas. Aconselhado a crianças maiores de cinco anos, o espetáculo da noite é especialmente destinada a famílias, tem a duração de 50 minutos e um preço associado por pessoa de 7 euros (com Cartão de Amigo aplicável).

No que diz respeito a performances, “Há: Som Directa” a proposta que se segue, a 12 de abril, pelas 14h00, na antiga sede do Atlético (Rua 5 de Outubro, 35 – vulgo rua das lojas) e que tem também lugar a 13 (17h00) e a 14 de abril (16h30). Da autoria do original João Ricardo de Barros Oliveira (lixoluxopóetico), e em absoluta estreia a Sul, a performance centra-se num alquimista que está a cozinhar uma estranha sopa no laboratório. A receita não contempla “ingredientes, normais como picles de Rock´n Roll, tomates Hip Hop ou batatas tecno. Os seus ingredientes base são as combinações de instrumentos – esculturas sonoras MALcriadas, defeituosas e desafinadas, objetos, gentilmente condimentados para trazer ao de cima o seu rico aroma musicalÓsonoro.” Destina-se a maiores de 6 anos (especialmente aconselhada a famílias) e tem a duração aproximada de 40 minutos, com entrada livre.

 

Concertos/ espetáculos multidisciplinares

 

As noites de Som Riscado serão preenchidas pelos concertos de Chassol com “Big Sun” e Vítor Rua & The Metaphysical Angels com “Androids Dream of Electric Guitars?”, somando-se, no último dia do festival, ao fim da tarde, o espetáculo de Noiserv com Luís da Cruz, fotógrafo louletano, uma encomenda artística desta 4.ª edição.

Pianista, compositor, arranjador e diretor musical de nomes como Phoenix ou Sebastien Tellier, o carismático e talentoso Christophe Chassol assinou uma peça artística que desafia as classificações. Em “Big Sun”, trabalho discográfico que vem apresentar nesta quarta edição de Som Riscado, no dia 13, pelas 21h30, Chassol traz composições que articulam vozes, música, sons e imagens em novos objetos audiovisuais. Esta estreia absoluta no Sul do país acontece no Cine-Teatro Louletano, tendo o ingresso um custo por pessoa de 7 euros, com Cartão de Amigo aplicável.

Vítor Rua, cofundador dos GNR na alvorada dos anos 1980, ou a partir de 1982, ao lado de Jorge Lima Barreto, dos Telectu, dupla que se transformou, ao longo de três décadas, numa referência da música mais experimental, tem uma atividade prolífica, entre projetos a solo, música para outras áreas, abordando as mais diversas tipologias com novas soluções interpretativas ou composicionais. Ao Som Riscado traz-nos, em estreia a Sul, o concerto do seu mais recente e aclamado álbum: “Androids Dream of Electric Guitars?” com os The Metaphysical Angels, onde o seu instrumento de predileção — a guitarra — está no centro das atenções, num concerto com uma forte dimensão visual. Este terá lugar também na noite de 13 de abril, pelas 23h30, no Auditório do Solar da Música Nova. A entrada tem um custo associado por pessoa de 5 euros, sem descontos aplicáveis.

No mesmo local, mas no domingo, pelas 18h00, a encerrar o festival, há espaço para o desafio lançado pela organização ao músico Noiserv e ao fotógrafo Luís da Cruz para uma instalação-concerto inéditos, em jeito de encomenda artística, em que as sonoridades experimentais e engenhosas de David Santos juntam-se criativamente às imagens do fotógrafo, num dispositivo cénico não convencional. Este será seguido de conversa com o público, é aconselhável a maiores de seis anos de idade e tem a duração aproximada de 60 minutos, com um custo associado por pessoa de 5 euros (sem descontos aplicáveis).

 

Formação para profissionais e estudantes

 

No que diz respeito à já aludida componente formativa, estão previstas três masterclasses em formatos distintos. Vítor Rua será o responsável pela masterclass sobre “novas abordagens ao Som e à Música”, a ter lugar na quinta-feira, dia 11, das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 17h30, no Auditório da Escola Secundária de Loulé, num total de seis horas, essencialmente dirigidas a estudantes/público escolar.

A masterclass sobre “imagem para conteúdos musicais” será lecionada por André Tentugal, no mesmo Auditório, também das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 17h30, num total de seis horas, mas no dia 12 de abril, sexta-feira.

No sábado repetir-se-ão as formações no mesmo local, porém em sessões mais condensadas/adaptadas de apenas três horas cada, sendo estas pensadas essencialmente para profissionais da área e outros interessados.

Domingo, dia 14 de abril, Chassol promove, no Cine-Teatro Louletano, uma masterclass sobre objetos audiovisuais e em torno dos seus processos criativos, a qual decorrerá entre as 11h00 e as 13h00.

Sem exceção, todas as formações requerem inscrição prévia, são limitadas a um máximo de 50 pessoas e têm um custo associados por pessoa de 20 euros (6 horas) e de 10 euros (3 horas).

Em permanência ao longo do festival estará a instalação “Noiserv nas tuas mãos”, no foyer do Cine-Teatro Louletano dirigindo-se a todos aqueles, miúdos e graúdos, que queiram conhecer, de forma lúdica e interativa, o cativante universo sonoro e musical do artista. O festival sugere ainda a fruição, durante o mesmo, da exposição coletiva de Miguel Neto – artista que já participou em várias edições do Som Riscado – “No Princípio era o Som” – patente ao público no Centro de Experimentação e Criação Artística de Loulé (CECAL), sito no Parque Municipal.

Tendo o Cine-Teatro Louletano e o Auditório do Solar da Música Nova como epicentros, o Som Riscado envolve vários espaços da cidade de Loulé nas suas atividades, bem como diversos parceiros institucionais do Concelho de Loulé e da região, nomeadamente: Universidade do Algarve (Faculdade de Ciências Humanas e Sociais, Centro de Investigação em Artes e Comunicação (CIAC) e Escola Superior de Educação e Comunicação), Escola Secundária de Loulé, Escola Secundária de Quarteira, Escola EB2,3/Secundária da Bemposta (Portimão) e ETIC_Algarve (Faro).

São media partners do festival a Antena 1, a Antena 3 e a RUA FM (Faro).

Para mais informações, inscrições e reservas os interessados podem contactar o Cine-Teatro Louletano pelo telefone 289 414 604 (terça a sexta-feira, das 13h00 às 18h00) ou pelo email cinereservas@cm-loule.pt. Além disso, podem consultar a sua página de facebook – www.facebook.com/cineteatrolouletano ou o seu renovado website http://cineteatro.cm-loule.pt, ambos em permanente atualização, bem como a sua conta no instagram (cineteatrolouletano), existindo também a possibilidade de compra de ingressos nos locais aderentes ou on-line através da plataforma BOL, em https://cineteatrolouletano.bol.pt/

O Cine-Teatro Louletano é uma estrutura cultural no domínio das artes performativas da Câmara Municipal de Loulé e está integrado na Rede Azul – Rede de Teatros do Algarve e na Rede 5 Sentidos.

 

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Teatro das Figuras recebe a estreia de ‘Sombra’ a nova produção da ArQuente

Publicado em 29 Março 2019 por RUA

‘SOMBRA’ é a nova produção da ArQuente. O espetáculo, com direção de Miguel Moreira, tem estreia marcada para 3 de abril, no Teatro das Figuras, em Faro.

“Um trabalho sobre o corpo e a incompreensão de o entender e percebê-lo no mundo. Pessoas que esperam e olham entre si mesmas através dos outros. Os seus corpos tombam e arrastam-se pelo chão desenhando caminhos possíveis para a existência. A Sombra é um espaço protetor de altas temperaturas onde já não podemos fugir daquilo que somos e do que realmente sentimos aqui e agora.” É desta forma que Miguel Moreira fala sobre ‘SOMBRA’, a nova produção da Associação ArQuente que o coreógrafo dirige.

O espetáculo sobe ao palco do Teatro das Figuras, espaço escolhido para acolher a estreia nacional da criação, nos dias 3 e 4 de abril, às 21h30.

Os ensaios, com o elenco composto por seis intérpretes/co-criadores, começaram em outubro do ano passado, altura em que o grupo performativo algarvio conseguiu que Miguel Moreira aceitasse o convite.

“Há muito tempo que desejávamos trabalhar com o Miguel. O trabalho dele é incrível e sabíamos que seria uma experiência única ter alguém assim a dirigir-nos. Foi o Gil Silva que nos colocou em contacto com o trabalho dele e acho que nos apaixonamos desde o primeiro instante”, conta Teresa Silva, presidente da Associação Cultural ArQuente.

Para o acompanhar neste processo criativo, Miguel Moreira conta com a colaboração da bailarina Maria Fonseca, com quem trabalha desde 2018 no Útero, associação cultural fundada pelo coreógrafo em 1997 e que é o maior testemunho da sua identidade artística e criativa.

Segundo a ArQuente ‘SOMBRA’ é, de certo modo, uma produção inquietante, humana, estética e ímpar, onde o espetador é quem “define” aquilo que vê.

“O Miguel e a Maria desafiam-nos constantemente a explorar outras dimensões de nós, a vermo-nos nos outros. Quando olho para o outro vejo-me a mim. Penso que depois do SOMBRA não seremos os mesmos, aliás não somos os mesmos no final de cada ensaio”, confessa Teresa, entre sorrisos.

A ArQuente – Associação Cultural foi criada em 2006 e desde então desenvolve um trabalho multidisciplinar, tocando e juntando o teatro, as artes performativas, a dança, a música, as artes visuais e multimédia.

‘SOMBRA’ é um espetáculo que conta com a co-produção do Teatro das Figuras.

 

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Organização anuncia 15 primeiras bandas anunciadas Novidades do 16º Festival MED apresentadas na Bolsa de Turismo de Lisboa

Publicado em 18 Março 2019 por RUA

Como já é tradição, a Câmara Municipal de Loulé esteve esta quinta-feira na Bolsa de Turismo de Lisboa, o principal certame nacional ligado ao setor do turismo, para apresentar a 16ª edição do Festival MED.

Em quatro dias (27, 28, 29 e 30 de junho, este último o “Open Day”), a Zona histórica de Loulé irá receber 10 palcos, com mais de 80 horas de música , por onde irão passar 280 músicos de 22 países, com 2 estreias em termos das nacionalidade representadas: Trindade e Tobago e Haiti.

De entre as muitas e variadas propostas musicais a que o MED já habituou o seu público, nesta apresentação foram anunciados os primeiros 15 artistas que farão parte do cartaz. Assim, já têm presença garantida em Loulé o brasileiro Marcelo D2, Mellow Mood (Itália), Marinah (Espanha), o projeto multicultural e transnacional The Turbans (Bulgária/Israel/Irão/Grécia/Turquia/Reino Unido), Kel Assouf (Níger/Bélgica), Selma Uamusse (Moçambique/Portugal), Orkesta Mendoza (Estados Unidos/México), Anthony Joseph (Trindade e Tobago), Moonlight Benjamin (Haiti), Dino D’Santiago (Portugal/Cabo Verde) Tshegue (Congo/França) ou os portugueses Gisela João, Dead Combo, Diabo na Cruz e Cais do Sodré Funk Connection.

Sonoridades diferentes e que trazem seis estreias absolutas em solo nacional, a dos mexicanos Orkesta Mendoza, Moonlight Benjamin, The Turbans, Kel Assouf, Tshegue e Anthony Joseph. A cantora Marinah regressa a este palco louletano, com uma estreia também em Portugal do seu projeto a solo, mas já tinha passado pelo MED enquanto vocalista da banda espanhola Ojos de Brujo.

De entre os nomes já confirmados, a atuação de Marcelo D2, um nome bem conhecido em Portugal, será um dos momentos mais aguardados. O rapper brasileiro, reconhecido pela sua mistura de samba com black music, vem a Loulé apresentar o seu décimo disco de estúdio, “Amar é para os Fortes”.

Carlos Carmo, vereador dos Eventos da Autarquia de Loulé e diretor do Festival, falou de algumas das novidades que, como é apanágio da organização, são introduzidas em todas as edições com o intuito de potenciar o fator surpresa que é uma das imagens de marca do MED. Este ano, os amantes da World Music vão poder contar com um novo palco que ficará instalado no Largo D. Afonso III, tendo as muralhas do Castelo de Loulé como pano de fundo. Por outro lado, o Palco Castelo ganhará um novo conceito.

Um dia depois do MED ter sido distinguido nos Iberian Festival Awards pelo melhor “Contributo para a Sustentabilidade na Península Ibérica, Carlos Carmo que aglutina as áreas dos Eventos e do Ambiente adiantou que a preocupação ambiental será reforçada este ano e, neste momento já estão a ser trabalhadas novas iniciativas que se irão juntar ao copo ecológico, movimento “Zero Desperdício”, painéis fotovoltaicos ou pontos de distribuição gratuitos e eficientes de água. “Alinhamos, não só o Festival MED mas todos os eventos que realizamos na Câmara, com a nossa política ambiental. Nos eventos, o ambiente e a sustentabilidade vão estar cada vez mais presentes e o Festival MED é exemplo disso”, considerou este responsável.

Sendo o Festival MED uma fusão de manifestações culturais, outras áreas para além da música têm aqui a sua representação como é o caso das artes plásticas, poesia, animação de rua, astronomia ou artesanato. Mas este ano o foco também estará voltado para a sétima arte que ganha novos e maiores contornos nesta edição. A curadoria do Cinema MED estará a cargo de Rui Tendinha, prestigiado crítico de cinema que colabora com meios como a Antena 3 e a SIC (ambos media partners do MED). Assim, o cinema deixará de figurar apenas nos dias que antecedem o Festival e passa a integrar o cartaz dos dias do evento. Como explicou o próprio Rui Tendinha, antes de cada concerto será apresentado uma “curta” o que permitirá ao público ter um “olhar transversal”. “Antes de um concerto vão ver um filme que também tem música, pode haver aqui um diálogo de artes”, frisou. No domingo, 30 de junho, dia aberto do MED, está prevista no Castelo, ao ar livre, a antestreia de “um filme muito especial que tem tudo a ver com músicas do mundo”: “Gabriel e a Montanha”, de Filipe Bragança, um dos filmes mais importantes do cinema brasileiro dos últimos anos.

Também o TalkFest, conferência que nasce da parceria da Autarquia com a APORFEST, irá debruçar-se sobre a forma como música e cinema se complementam.

Numa altura em que indicadores estatísticos referem que este festival é um elemento alavancador para que os turistas marquem as suas férias para virem ao Algarve, também por isso o MED volta a figurar, pelo terceiro ano consecutivo, na plataforma do Turismo de Portugal “Portuguese Music Festivals”, que promove no exterior um conjunto muito restrito de festivais de música em Portugal.

Já o vice-presidente da edilidade, Pedro Pimpão, sublinhou o “enorme impacto na região”, nomeadamente em termos do aumento do alojamento e da restauração de mais de 50%.“. Estamos a falar do reconhecimento de Loulé para o aumento do volume de negócios no Algarve”, referiu.

Para este responsável “é um orgulho para o Município de Loulé ter um evento destes a decorrer no nosso território já que é um festival reconhecido por todos, que alia várias manifestações culturais naquilo que deve ser um contributo para a comunidade e uma mostra daquilo que o mundo nos dá na sua diversidade”.

Refira-se que presentes nesta apresentação estiveram também dois artistas confirmados para esta edição e que são o espelho da nova vaga da lusofonia: Selma Uamusse e Dino D’Santiago. Depois de ter realizado a pré-abertura do MED há quatro anos, no Cine-Teatro Louletano e ter integrado o cartaz há 3 anos, com dois concertos muito elogiados, numa altura em que a artista não tinha ainda qualquer trabalho editado em nome próprio, a luso-moçambicana está de regresso. “É um privilégio poder fazer parte de um festival com tanta qualidade, prometo que vou dar o meu melhor, obrigada pela vossa confiança, vocês acreditam na boa música que é feita em Portugal”; considerou Selma Uamusse.

O quarteirense Dino D’Santiago, que lançou recentemente o seu novo álbum com muitos elogios da crítica nacional e internacional, também já fez parte do alinhamento do Festival. Ano após ano, este jovem com origens cabo-verdianas, que tem subido ao palco para atuar ao lado de outros artistas, sublinhou a sua ligação afetiva ao MED que considerou ser o seu festival de eleição.

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Festival F considerado Melhor Festival Lusófono e Hispânico nos Iberian Festival Awards 2019

Publicado em 15 Março 2019 por RUA

O Festival F acaba de ser reconhecido como o ‘Melhor Festival Lusófono e Hispânico’, na cerimónia dos Iberian Festival Awards que decorreu ontem à noite em Vigo, organizada pela APORFEST – Associação Portuguesa de Festivais de Música. O prémio distingue a edição de 2018 que bateu o record de público, recebendo perto de 50.000 pessoas e afirmando o Festival F como o último grande festival de Verão.

Em 2019, a sexta edição do Festival F volta a fazer a ligação entre a Vila Adentro, o centro histórico da cidade de Faro, e a Ria Formosa, tendo já anunciado a actuação dos Ornatos Violeta no dia 6 de Setembro, num concerto especial de comemoração do 20.º aniversário da edição do álbum “O Monstro Precisa de Amigos”. A aposta passa novamente por um cartaz musical lusófono e heterogéneo, com uma oferta complementar cada vez mais diversificada, imprimindo uma dinâmica cultural única no contexto dos grandes festivais de Verão, com programação cultural para famílias, várias exposições, animação de rua, teatro, tertúlias, humor, street food ou silent parties.

O Festival F é uma iniciativa do Município de Faro, Teatro Municipal de Faro, Ambifaro e Sons em Trânsito.

 

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Novo Festival “Tanto Mar” traz teatro de Cabo Verde, Guiné e Brasil a Loulé

Publicado em 25 Fevereiro 2019 por RUA

A Folha de Medronho – Associação de Artes Performativas, em coprodução com a Câmara Municipal de Loulé/Cine-Teatro Louletano, apresenta a edição zero do Tanto Mar – Festival Internacional de Artes Performativas de Loulé, nos próximos dias 6, 7, 8 e 9 de março.

Trata-se de um evento que pretende privilegiar projetos oriundos de países onde o Português é a língua oficial. Ao mesmo tempo, a ideia é transformar o Festival em interface para a circulação de espetáculos em Portugal, assim como projetar Loulé como futuro centro das “artes performativas dos países falantes de português”.

Segundo os organizadores, “Tanto Mar” prevê contribuir para estabelecer a relação com grupos e criadores portugueses instalados fora da macrocefalia da “cidade grande” que desenvolvem trabalho substancial e inovador.

Assim, está prevista para o dia 6 de março, quarta-feira, a abertura do Festival em forma de conversa(s) com a presença de representantes da Câmara Municipal de Loulé, do Cine-Teatro Louletano, com membros da organização Folha de Medronho – Associação de Atividades Culturais, bem como com elementos dos grupos participantes. A tertúlia terá lugar no Café Calcinha, pelas 18h30.

No Cine-Teatro Louletano, epicentro do Festival, no dia 7, quinta-feira, sobe ao palco a primeira das peças de teatro: “Kangatulas”, uma coprodução da Folha de Medronho e do grupo de “Teatro do Oprimido” da Guiné Bissau. “2Estranhos” é a peça prevista para o dia 8, sexta-feira, escrita e encenada por Adilson Spínola da Cia “CriArTeatro” de Cabo Verde e, dia 9, sábado, haverá lugar à criação e interpretação de Tânia Farias com “Desmontagem Evocando os Mortos – Poéticas da Experiência”, do grupo “ÓI Nóis Aqui Traveiz” de Porto Alegre, Brasil.

Todos os espetáculos têm início às 21h30 e os bilhetes o preço de 5 euros para cada peça sem descontos aplicáveis.

Mas o Festival inclui ainda várias atividades paralelas a desenvolver em diferentes espaços, nomeadamente animações de rua, exposição e venda de materiais relacionados com a atividade dos grupos participantes, exposição e venda de artesanato, uma jam session e ainda o workshop prático de iluminação, sonoplastia e vídeo, cujas inscrições devem ser feitas através do email folhademedronho@folhademedronho.com até ao próximo dia 1 de março.

Para mais informações e reservas os interessados podem contactar o Cine-Teatro Louletano pelo telefone 289 414 604 (terça a sexta-feira, das 13h00 às 18h00) ou pelo email cinereservas@cm-loule.pt. Além disso, podem consultar a sua página de facebook – www.facebook.com/cineteatrolouletano ou o seu renovado website http://cineteatro.cm-loule.pt, ambos em permanente atualização, bem como a sua conta no instagram (cineteatrolouletano), existindo também a possibilidade de compra de ingressos nos locais aderentes ou on-line através da plataforma BOL, em https://cineteatrolouletano.bol.pt/

O Cine-Teatro Louletano é uma estrutura cultural no domínio das artes performativas da Câmara Municipal de Loulé e está integrado na Rede Azul – Rede de Teatros do Algarve e na Rede 5 Sentidos.

Comentários fechados em Novo Festival “Tanto Mar” traz teatro de Cabo Verde, Guiné e Brasil a Loulé

 
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