Arquivo | Cultura

“Silves 1189 – A Conquista” é o tema da Feira Medieval de Silves 2018

Publicado em 13 Julho 2018 por RUA

A décima quarta edição da Feira Medieval de Silves realiza-se entre os dias 10 e 19 de agosto de 2018, no centro histórico desta cidade algarvia. Serão 10 dias de recriação histórica do período medieval da antiga capital do Reino do Algarve.

Nesta edição recorda-se “Silves 1189 – A Conquista”, envolvendo o público no ambiente político e bélico que levaria à tomada da cidade pelos cristãos, liderados pelo Rei D. Sancho Primeiro, que contou com o apoio dos cruzados que se dirigiam à Terra Santa para a III Cruzada.

Entre as 18h00 e a 01h00 os visitantes têm oportunidade de viver aventuras únicas: dois torneios a cavalo por dia, animação exclusiva no Castelo, manjares medievais, experiências memoráveis que os fazem regressar a outras épocas e perceber o que a cidade terá sido outrora.

Num ambiente e cenário únicos, constituídos pelo traçado peculiar do tecido urbano e pela imponência dos seus monumentos, todos são convidados a fazer deste evento a grande festa do Verão algarvio!

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Dia Aberto dá a conhecer Sítio Arqueológico de Vale de Boi

Publicado em 13 Julho 2018 por RUA

Sábado,  14 de julho, entre as 10h00 e as 16h00, a aldeia de Vale de Boi acolhe mais um Dia Aberto na área arqueológica do seu antigo abrigo paleolítico.

A visita ao sítio será orientada por uma equipa coordenada pelo Professor Doutor Nuno Bicho, da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve, investigadores que farão as honras da casa em mais uma iniciativa de divulgação arqueológica e de partilha sociocultural do conhecimento científico produzido nos últimos 20 anos sobre o mais remotos indícios de presença humana no atual concelho de Vila do Bispo.Neste dia todos os interessados terão a oportunidade de visitar os trabalhos arqueológicos desenvolvidos na maior e mais antiga jazida paleolítica conhecida no sul peninsular. Desde a sua descoberta, no ano de 1998, a exploração deste importante sítio arqueológico permitiu identificar incríveis vestígios que comprovam uma ocupação humana que remonta há pelo menos 33 mil anos!

Trata-se de uma ação enquadrada no âmbito de um projeto plurianual de investigação, protocolado entre o Município de Vila do Bispo e a Universidade do Algarve. Durante o mês de julho, a equipa de arqueólogos encontra-se sedeada no CAI-NIA-VB (Centro de Acolhimento à Investigação – Núcleo de Investigação Arqueológica de Vila do Bispo), instalações que reabilitaram o antigo Jardim de Infância de Budens.

De referir que a campanha de Vale de Boi 2018 conta, pela 1.ª vez, com a participação de uma equipa de estudantes oriundos dos Estados Unidos da América, integrados numa Escola Internacional de Arqueologia do IRF (Institute For Field Research), instituição que financiará os próximos anos de investigação na jazida arqueológica de Vale de Boi.

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Feira do Livro de Olhão começa já este sábado

Publicado em 12 Julho 2018 por RUA

A Câmara Municipal de Olhão apostou, mais uma vez, no acrónimo FLO, que ganhou adeptos na comunicação social, para designar a sua Feira do Livro.

A FLO 2018 mantém a estrutura de base que caracterizou a edição do ano anterior: sob o título “À noite, na FLO”, dois ou três autores encontram-se para falarem das suas obras, do seu labor literário, e para conversam com o público. A FLO mostra autores mais mediáticos e mais discretos, jovens e menos jovens, homens e mulheres, num estimulante diálogo literário.

No primeiro dia, sábado, 14 de julho, Miguel Miranda e Luís Ene partilham o que têm em comum – a escrita de romances policiais – e vão, certamente, descobrir outros interesses.

No dia 15, juntam-se Filipa Martins e Paulo M. Morais, dois autores que trabalham, na sua “outra vida” na comunicação social.

No dia 17, terça feira, Isabel Rio Novo conversa com António Manuel Venda: ambos se dividem entre o conto e o romance.

No dia seguinte, dia 18, João Luís Barreto Guimarães, Marco Mackaaij e Catherine Dumas vão conversar sobre como é escrever poesia, traduzir poesia e escrever sobre poesia.

Dia 19, uma professora de Física e Química e um professor de Música encontram-se no terreno da escrita: Manuela Sabino e Paulo Cunha na aventura dos livros.

No dia 20, Ana Cristina Leonardo e António Ladeira, que vivem longe das suas terras, conversam sobre a sua escrita, e no dia 21, Rita Ferro e Eduardo Jorge Duarte, que representam duas gerações de escritores, vão proporcionar, seguramente, uma estimulante conversa.

A FLO 2018 vai, ainda, no âmbito dos Encontros de Autores Residentes – iniciativa da Junta de Freguesia de Olhão – animar o regresso da praia, através das “Conversas ao fim da tarde”, de terça a sexta, às 18h00.

As crianças não ficaram esquecidas: no domingo, dia 15, às 18h00, Isa Catarina Mateus vai dinamizar a oficina “Brincar com papéis”; dia 16, às 17h00, Jorge Serafim vai contar histórias às crianças e, à noite, traz “Contos ao Serão”, precedidos por leituras escolhidas e interpretadas por Natacha Fernandes, aluna vencedora do Concurso Nacional Leitura 2018, na categoria de 3º Ciclo; dia 18, às 17h00, será a vez de Lígia Boldori trazer contos para crianças.

Dias 15, 17 e 19, o ator Alexandre Lopes abre as sessões “À noite na FLO”, com o espetáculo de teatro, canto e dança “Serenata em passeio”.

A noite do 1ª dia vai ter teatro, com o ator Virgílio Castelo a interpretar a peça de Victor Hugo, “O último dia de um condenado”, com encenação de Paulo Sousa Costa, uma atividade promovida pela Biblioteca Municipal José Mariano Gago, integrada nas comemorações do seu 10º aniversário.

Dia 20, sexta-feira, Carlos Alberto Moniz vem “Cantar poetas”, e, no dia 21, a FLO abre às 18h00, com o grupo Rockestra, e encerra com Sérgio Gonçalves e Amantes d’Fado a cantar Amália.

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“Sagraçao da Ria” e “Triptico-Três estudos” no IPDJ em Faro

Publicado em 11 Julho 2018 por RUA

Nos dias 12 e 13 de julho, às 22h00, sobem ao palco do IPDJ, em Faro, os espetáculos de dança-teatro, respetivamente “Sagração da Ria”, com direção artística de Ana Filipa Antunes e Manuel Neiva, e “Tríptico-Três Estudos”, com direção artística de  Manuel Neiva e Sara Martins, resultado final da formação em contexto de trabalho de alunas/os dos cursos profissionais de intérprete de dança contemporânea e de artes do espetáculo – interpretação da Escola Secundária Tomás Cabreira.

“Sagração da Ria” e “Tríptico-Três Estudos” produzidos pela Associação Cultural Consoante o Motivo, sediada em Faro, com o objetivo de enriquecer não só a prática pré-profissional dos intérpretes, mas também favorecer a criação e educação de públicos face ao potencial artístico das experiências estéticas realizadas a este nível.

No Auditório da Direção Regional do Algarve do IPDJ, em Faro, a partir das 22h00, numa parceria da Associação Cultural Consoante o Motivo com o IPDJ, Direção Regional do Algarve,  dia 12 de julho  “Sagração da Ria” e no dia 13 de julho “Tríptico – Três Estudos”,

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Festival internacional de Jazz de regresso a Loulé

Publicado em 10 Julho 2018 por RUA

A edição de 2018 do Festival internacional de Jazz de Loulé decorrerá nos dias 27, 28 e 29 de julho, na Alcaidaria do Castelo de Loulé. Esta, que será a 24º edição do Festival irá receber alguns dos melhores músicos de Jazz nacionais e internacionais, que certamente hão de maravilhar o público que nos honrar com a sua presença. Uma vez mais sob a direção artística do músico e compositor Mário Laginha, a programação reflete o requinte e o conhecimento profundo do panorama do Jazz e afirma-se como uma enorme mais-valia para o evento.

Como acontece desde a sua primeira edição, o Festival é organizado pela Casa da Cultura de Loulé e, como também é hábito, tem o alto patrocínio da Câmara Municipal de Loulé.

Neste ano de 2018, o Festival Internacional de Jazz de Loulé alia-se ao comércio local, incorporando o Café Calcinha e o restaurante MED, e proporcionando ao visitante um maior conforto e um serviço de qualidade. Sejam bem-vindos!

Bilhetes e reservas pelo 289415860

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Epic Notes levam música eletrónica e dança acroyoga ao Castelo de Loulé

Publicado em 09 Julho 2018 por RUA

Hugo Alves (trompete) e Filipe Santos (dança acrobática) são os protagonistas do projeto EPIC NOTES, que irá acontecer no próximo dia 14 de julho, pelas 21h30, na Alcaidaria do Castelo de Loulé.

Este é um projeto multidisciplinar que conjuga música e dança, sendo uma fusão entre música original, composta em exclusivo para este projeto, usando por base a música eletrónica, mas ao mesmo tempo enraizada no legado histórico nacional de influência árabe/medieval/descobrimentos/popular, que nos faz viajar pelo tempo, numa ponte entre o passado e o futuro.

A improvisação também presente na música liga-se assim à da acroyoga, que trabalha a força e o equilíbrio, fazendo um paralelismo com a força graciosa dos monumentos e toda a energia e o foco realizados para a sua edificação, tendo uma perspetiva cultural de inovação, cativando novos públicos, com interesses e provenientes de setores distintos.

EPIC NOTES junta duas disciplinas que serão executadas ao vivo com ênfase na improvisação, fruto de uma nova parceria artística: uma modalidade acrobática, desenvolvida inicialmente no século XII, com uma componente de sabedoria milenar do yoga, em conjunto com a música improvisada, experimentada também ela de uma nova forma inovadora apoiada em técnicas eletrónicas.

Este é um projeto eclético que pretende atrair públicos de várias faixas etárias, com o objetivo de proporcionar a oportunidade de ver a vida em novas posturas, sob novos ângulos.

EPIC NOTES é um projeto da Orquestra de Jazz do Algarve e conta com o apoio e colaboração do Museu Municipal de Loulé /Câmara Municipal de Loulé. É uma iniciativa integrada no DiVaM – Dinamização e Valorização dos Monumentos – programa cultural organizado pela Direção Regional de Cultura do Algarve.

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Monumentos afetos à Direção Regional de Cultura do Algarve aumentam o número de visitantes no primeiro semestre de 2018

Publicado em 09 Julho 2018 por RUA

No primeiro semestre de 2018 o conjunto dos monumentos afetos à Direção Regional de Cultura do Algarve com controle de entradas (Fortaleza de Sagres, Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe, Monumentos Megalíticos de Alcalar e Ruínas Romanas de Milreu), teve um aumento no número de visitantes.

O primeiro semestre deste ano, de 168.033 visitantes do ano anterior passou para 197.142, correspondendo a um aumento global de 17,32%.

A afluência de visitantes nos diferentes monumentos não é simétrica, quando comparada com o ano anterior. Em alguns imóveis a tendência verificada foi de manutenção ou ligeira redução em relação aos valores do ano passado, mas mais uma vez foi na Fortaleza de Sagres que se verificou o crescimento mais expressivo, contribuindo para os valores globais alcançados.

A nível global, e à semelhança dos anos anteriores, são os estrangeiros quem mais afluem, numa percentagem 87,64% contra 12,36% de nacionais. Esta tendência foi contrariada nos Monumentos Megalíticos de Alcalar em que o número de nacionais representou 54,84% das visitas, superando os estrangeiros com 45,16%.

A Direção Regional de Cultura do Algarve continuará o seu trabalho para a preservação e fruição de todos os monumentos que lhe estão afetos, como forma de promover a identidade da Região e do País.

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Monchique organiza Feira das Hortas

Publicado em 06 Julho 2018 por RUA

Tem lugar em Monchique, nos próximos dias 14 e 15 de julho, a Feira das Hortas, um certame que tem como objetivos principais promover e divulgar a agricultura familiar de Monchique e os seus produtos agrícolas, nomeadamente a hortofruticultura.

Para o efeito, toda a produção agrícola do concelho estará representada nesta feira, incluindo os produtos hortícolas, as frutas da época, os pequenos animais de produção caseira e outras produções familiares, nomeadamente o artesanato.

Este ano a feira conta com oficinas criativas de micro-talhe e pintura com tintas de cal em quadros de gesso ligadas à temática das hortas, criação de espantalhos e passeios de burro.

A animação musical será uma constante durante todo o certame.

A Feira das Hortas de Monchique é uma organização da Câmara Municipal de Monchique, e terá lugar das 10h00 às 20h00, no Largo dos Chorões.

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Feira do Livro de Olhão volta à Zona Ribeirinha da cidade

Publicado em 04 Julho 2018 por RUA

Entre 14 e 21 de julho, o Jardim Patrão Joaquim Lopes volta a receber a FLO – Feira do Livro de Olhão. O certame, que vai na sua 3ª edição, é já uma referência na região algarvia.

Diariamente, às 21h30, no “À noite, na FLO”, serão recebidos vários convidados, começando, no dia 14, com Miguel Miranda e Luís Ene, no dia 15, com Filipa Martins e Paulo M. Morais, no dia 17, com Isabel Rio Novo e António Manuel Venda, no dia 18, com João Luís Barreto Guimarães, Marco Mackaaij e Catherine Dumas, no dia 19, com Manuela Sabino e Paulo Cunha, no dia 20, com Ana Cristina Leonardo e António Ladeira, e no dia 21, com Rita Ferro e Eduardo Jorge Duarte.

De terça a sexta, às 18h00, nas “Conversas ao fim da tarde”, vão encontrar-se escritores residentes, numa iniciativa dinamizada pela Junta de Freguesia de Olhão.

Mas nem só de livros vive a FLO 2018, cujo programa contempla, igualmente, um conjunto de atividades paralelas diversificadas.

Nas artes plásticas, no dia da abertura, 14 de julho, inaugura-se uma exposição de pintura do Centro de Arte de Pintores Olhanenses e do OLHAM – Clube de Fotografia de Olhão.

No que diz respeito ao teatro, e integrado nas comemorações do 10º aniversário da Biblioteca Municipal José Mariano Gago, Virgílio Castelo traz a peça “O último dia de um condenado” no dia 14; no dia 16, é a vez de Jorge Serafim encantar com “Contos ao serão”. Três noites na semana, o ator Alexandre Lopes abre “À noite, na FLO”, com um espetáculo especial, “Serenata em passeio”, de drama, canto e dança.

Na programação musical, no dia 20, Carlos Alberto Moniz vem “Cantar poetas”. A 3ª edição da Feira do Livro de Olhão encerra com Sérgio Gonçalves e Amantes d’Fado, que cantam Amália.

A programação completa da FLO 2018 pode ser consultada aqui.

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Magia das mil e uma noites regressa a Cacela Velha

Publicado em 04 Julho 2018 por RUA

Os sons, cheiros, cores e tradições do Mediterrâneo regressam a Cacela Velha, entre 13 e 15 de julho, em mais uma edição das «Noites d’Encanto».

Durante três dias, os múltiplos recantos da vila histórica irão receber coloridos mercados (souk), salões de chá, workshops, exposições, dança e música, recriando a tolerância e a convivialidade da história do antigo al-Andalus.

Nesta edição estarão em destaque as músicas do Gharb al-Andalus, assim como as sonoridades e dança oriental. A iniciativa reserva ainda espaço para a declamação de poesia luso-árabe e integra uma exposição de instrumentos de música árabe (no pátio da Casa do Pároco).

Com a Ria Formosa como pano de fundo, o evento revisita os tempos em que a população moura tinha um importante peso no sul do território, cujas marcas ainda hoje estão presentes nos hábitos, nos costumes e nas paisagens.

Ao longo de todo o fim de semana, dezenas de artesãos de diferentes culturas irão mostrar aos milhares de visitantes as suas tradições, trazendo produtos tão diversos como tapetes, acessórios de decoração, chás e especiarias.

Nas «Noites d’Encanto» a gastronomia terá um espaço de relevo, com alguns clássicos da cozinha marroquina, como couscous, espetadas e kebab.

Como vem sendo hábito, o Cemitério Antigo de Cacela Velha voltará a converter-se num salão de chá e de jogos de tabuleiro islâmicos, que representam uma das faces lúdicas da atividade humana, desde tempos imemoriais, cujo legado nos foi deixado por cristãos e árabes.

As Noites d’Encanto são uma organização conjunta da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António / Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela (CIIPC), da Ibérica – Eventos e Espetáculos e da Associação de Defesa do Património de Cacela (Adrip). A entrada é gratuita.

 

NOITES D’ENCANTO 2018

Local: Cacela Velha (Vila Real de Santo António)

Data: 13 a 15 de julho

Horário: 18h00 às 00h00

Entrada livre

 

Contexto histórico das Noites d’Encanto

O Mediterrâneo, e os territórios que em torno dele se organizam, teve sempre a capacidade de atrair gentes de diferentes culturas e credos e a localização geográfica do Algarve – o antigo Gharb – facilitou, desde a antiguidade, as trocas culturais e comerciais.

Cacela, importante núcleo urbano durante este período, foi um relevante ancoradouro integrado nesta densa rede de ligações, cujos barcos que ali aportavam, vindos do Levante, traziam novas modas, produtos e costumes.

Após a reconquista, ocorrida no século XIII, as marcas da presença da população moura no sul do território continuaram a refletir-se nos hábitos, costumes e paisagens, sendo ainda hoje possível observar marcas dessa época de esplendor.

São esses tempos que serão revisitados, ao longo de três dias, de 13 a 15 de julho, entre as 18h00 e as 00h00, nas ruas de Cacela Velha.

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