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Noiserv, Dj Ride, The Happy Mess e Orblua no Festival Som Riscado

Publicado em 24 Março 2017 por RUA

Entre 5 e 9 de abril Loulé recebe a segunda edição do Som Riscado – Festival de Música e Imagem de Loulé, apostando mais uma vez numa programação alternativa, experimental e inovadora dirigida a miúdos e graúdos e que pretende abrir novos horizontes na formação de públicos, a qual se estende a vários pontos da cidade, com epicentro no Cine-Teatro Louletano.

Ao longo de todo o festival (de quarta-feira a domingo), entre as 10h00 e as 18h00, estarão patentes ao público, respetivamente no Cine-Teatro e no Convento do Espírito Santo, duas instalações sonoras interativas, “Das Gavetas Nascem Sons” e “Phonopticon”, que chegam pela primeira vez ao Algarve pela mão da Associação Sonoscopia (sediada no Porto), estrutura com um trabalho muito consolidado e reconhecido nesta área. É uma oportunidade única para os mais novos e suas famílias poderem desfrutar das potencialidades surpreendentes do som e da sua manipulação criativa.

Logo no dia 5, pelas 14h30, o conceituado e premiadíssimo DJ Ride apresenta um showcase para jovens e, às 21h30, um espetáculo audiovisual, “Pixel Thrasher”, ambos a realizar no auditório da Escola Secundária de Loulé, numa parceria estratégica do Cine-Teatro com aquela instituição de ensino que se reflete ainda noutras propostas integradas no festival.

Nos dias 5 e 6, chega uma das grandes apostas do programa do festival em que o Cine-Teatro é coprodutor, numa ótica de inclusão pela arte: “SYN.Tropia”, pela dupla Simão Costa (músico) e Yola Pinto (encenadora, coreógrafa e bailarina). A ideia base é: E se o som não se pudesse ouvir? É esse o ponto de partida de um espetáculo que se propõe a quebrar barreiras e estimular sensações de modos que não se julgaria possível. “SYN.Tropia” quer-se um desafio às noções mais básicas que guardamos de som, luz, imagem e toque. Apesar de publicitado como um “concerto-dança para surdos”, o conceito do espetáculo extrapola a descrição. Trata-se de uma adaptação da ideia de sinestesia que pretende explorar de que forma os outros sentidos informam a nossa noção de som. Torna-se, por isso, ideal para quem sofre de insuficiências auditivas, mas a peça é destinada a todos os públicos. A sessão do dia 6, às 21h30, é especialmente destinada a famílias, tem uma lotação limitada e acontece no Cine-Teatro.

Ainda no dia 6, em três sessões (10h30, 14h30 e 18h30) a realizar no Convento do Espírito Santo (auditório do antigo INUAF), o festival apresenta mais uma criação que ruma pela primeira vez ao Algarve: “Todas as noutes passadas”, por um reconhecido nome da música erudita, Filipe Faria. É um concerto intimista e delicado com dança e vídeo, que mais parece uma floresta reinventada, repleta de sons antigos e novos que estão na memória do corpo, e que adquirem aqui uma roupagem envolvente e transportadora convidando a uma viagem que fala de saudades e amores.

O dia 7 traz a Loulé mais uma prestigiada companhia performativa do Porto, que vem apresentar, em ante-estreia (a estreia acontece mais tarde no Centro Cultural de Belém, numa encomenda da Fábrica das Artes), a performance “Manipula#Som”, que consiste num concerto visual de caráter circense. A linguagem artística do projeto nasce do diálogo entre a manipulação de objetos e a música interativa. Acrescenta-se a dimensão sonora à expressão visual do malabarismo e, simultaneamente, aborda-se o som como matéria para esculpir e manipular. Haverá sessões no dia 7 às 10h30, 15h30 e 17h00, no dia 8 (sábado) às 11h00 e às 18h00, e no dia 9 (domingo) às 15h30, todas elas com entrada gratuita mas com lotação limitada, a realizar na Casa da Cultural de Loulé (Parque Municipal – CECAL).

Também no dia 7, a inspiradora dupla António Jorge Gonçalves e Filipe Raposo apresenta no Cine-Teatro o concerto para piano e desenho “Qual é o som da tua cara?”, baseado num trabalho prévio de envolvimento e estímulo criativos realizado com a comunidade escolar louletana (uma turma do 1.º ciclo e uma turma do 10.º ano do curso de Artes Visuais da Escola Secundária de Loulé), a partir das ideias de retrato e autorretrato. Os espetáculos realizam-se às 14h00 para os mais pequenos e às 21h30 para o público em geral.

No sábado, dia 8, às 15h30, no Convento do Espírito Santo (auditório do antigo INUAF), o Som Riscado apresenta mais um diálogo entre música e imagem, desta vez a partir do universo dos ofícios tradicionais (de Loulé e outros), numa parceria com o projeto Loulé Criativo. “Mãos” é o nome do novo concerto que a banda algarvia Orblua vai apresentar em colaboração com o conhecido realizador Tiago Pereira (d’A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria).

No mesmo dia, às 21h30, no Cine-Teatro, os The Happy Mess sobem ao palco para um concerto intenso e com uma forte componente visual. A banda é uma dos mais acarinhados projetos da Indie Pop-Rock em Portugal. Os seus singles ‘Morning Sun’ e ‘Backyard Girl’ atingiram até ao momento mais de 1,5 milhões de visualizações no YouTube e fizeram os primeiros lugares dos tops de rádios nacionais. Em Loulé vão apresentar ainda, em absoluta estreia algarvia, “Love is a strange thing”, o single que abre caminho ao terceiro disco já prometido pela banda para os próximos meses.

A pensar também na vertente formativa, no último dia de festival (domingo), das 10h00 às 13h00, no Convento do Espírito Santo, a Sonoscopia realiza um workshop intensivo sobre microscopia sonora e sons interiores dirigido a músicos, animadores, mediadores, jovens, curiosos e outros interessados nos meandros experimentais do som.

No domingo à tarde, para além da sessão “Manipula#Som” na Casa da Cultura às 15h30, a Sonoscopia apresenta no Convento do Espírito Santo pelas 16h30 um instrumento musical coletivo denominado “Phonopticon”, num concerto com 4 talentosos músicos que se espera surpreendente e questionador, com lotação limitada.

A encerrar o festival, pelas 18h30, também no Convento do Espírito Santo (auditório do antigo INUAF), a partir de um desafio lançado pelo festival, Noiserv junta-se ao fotógrafo louletano Luís da Cruz para um diálogo inédito e muito aguardado, em que o músico vai revisitar o seu percurso, nomeadamente o último disco 00:00:00:00. Descrito pelo mesmo como uma banda sonora para um filme que ainda não existe, mas que talvez um dia venha a existir, esse será certamente um dos motes para a atenção sensível da objetiva de Luís da Cruz.

O Bilhete Diário do festival tem um custo associado de 5 euros por pessoa (pagantes a partir de 12 anos inclusive), havendo também a opção de Bilhete de Festival por um valor de 12 euros. Os bilhetes encontram-se à venda no Cine-Teatro, FNAC, Worten, CTT, Pousadas da Juventude, El Corte Inglés, Lojas Note!, Rede Serveasy e BOL (reservas 18 20 e www.bol.pt).

O programa detalhado do festival encontra-se disponível em http://cineteatro.cm-loule.pt ou na página de Facebook do Cine-Teatro

A organização é da Câmara Municipal de Loulé/Cine-Teatro Louletano, com as parcerias de Loulé Criativo, Escola Secundária de Loulé, Casa da Cultura de Loulé, Etic_Algarve, Zonzo, Centro Cultural de Belém – Fábrica das Artes e Arte das Musas.

Para mais informações e reservas, os interessados podem contactar o Cine-Teatro Louletano, pelo telefone 289 414 604 (terça a sexta-feira, das 13h00 às 18h00) ou pelo email cinereservas@cm-loule.pt

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IPDJ Algarve Comemora o Dia Mundial do Teatro

Publicado em 23 Março 2017 por RUA

O Dia Mundial do Teatro, 27 de março, vai ser assinalado no IPDJ, IP – Direção Regional do Algarve,  com  grupos de teatro da região e com algumas escolas que se quiseram associar a esta iniciativa. Assim, este Dia Mundial do Teatro vai ter o contributo da Oficina do Jó, do Te.Atrito, do Teatro Experimental de Lagos, do Agrupamento de Escolas Tomás Cabreira – Faro, do Agrupamento de Escolas da Bemposta  – Portimão, do Agrupamento de Escolas José Belchior Viegas de S. Brás de Alportel e do Agrupamento de Escolas João da Rosa de Olhão.

Durante a manhã os jovens poderão trocar ideias e conhecimentos através da participação em workshops/aulas abertas como:  Técnicas de Augusto Boal; Introdução à Arte do Mimo e ao Corpo do Ator;  Movimento; O Teatro é uma brincadeira – Oficina de iniciação ao teatro;  Voz e Elocução.

A tarde começa com  a surpresa  d’O Teatro, passa pela apresentação da experiência do VATe, Vamos Apanhar o Teatro, serviço educativo da ACTA, seguindo-se  depois a partilha de experiências e conhecimentos entre os  grupos participantes  que irão apresentar pequenos excertos de peças que têm em cena, como:

“Auto da Barca do Inferno” – Clube de Teatro “Berna5passos”;

“O Cientista, a Criatura e a Assistente” – Clube de Teatro da Escola EB 2/3 João da Rosa;

“Uma Boca Cheia de Pássaros”, de Caryl Churchill, a partir das “Bacantes”, de Eurípides – Teatro Experimental de Lagos;

“Pervertimentos & Sobressaltos”, de Sinisterra & Beckett – Curso Profissional de Artes do Espetáculo-Interpretação do Agrupamento de Escolas da Bemposta.

Dando continuidade ao programa de atividades, pelas 21h30, sobem ao palco Alexandra Bota e Inês Martins,  para apresentarem ao público “Nem Sempre o Silêncio é d’Ouro…”, autoria e encenação de António Gambóias, uma produção da Associação Cultura Musica XXI e Teatro Doismaisum.

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Bilhetes para o Festival MED já estão à venda

Publicado em 23 Março 2017 por RUA

Já estão à venda os Bilhetes para a 14ª edição do Festival MED, evento que, nos dias 29 e 30 de junho e 1 e 2 de julho (este último dia de entrada gratuita), regressa à Zona Histórica de Loulé.

Até ao dia 25 de junho, período de pré-venda, os ingressos podem ser adquiridos na BOL – Bilheteira Online ou no Cine-Teatro Louletano, com os seguintes preços: Bilhete Diário – 10,00€, Bilhete Festival (acesso aos 3 dias de Festival) – 25,00€ € e Bilhete Diário Família (2 adultos e 2 crianças até 16 anos) – 25,00€.

Nos dias do Festival, na Bilheteira MED, será possível obter gratuitamente um Copo Ecológico MED mediante a apresentação do respetivo bilhete.

Recorde-se que o Festival MED foi distinguido, na passada semana, como o Melhor Festival de Média Dimensão da Península Ibérica, no âmbito dos Iberian Festival Awards, numa cerimónia que decorreu em Barcelona.

Mais informações:

BOL – www.bol.pt (link direto: https://goo.gl/p6N20G)

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Contos de Liberdade estão de volta a Faro

Publicado em 22 Março 2017 por RUA

As Sessões dos Contos de Liberdade estão de volta para mais uma noite de contos em Faro. Com a Primavera a chegar, é hora de deixar as histórias saírem cá para fora e animarem as noites de Faro. No dia 24 de Março, pelas 21h30, o Ginásio Clube de Faro irá receber a visita de Luís Correia Carmelo e Fernando Guerreiro que com os seus contos e micro contos vão abraçar todos os que queiram começar o fim-de-semana em grande.

As noites estão cada vez mais agradáveis e convidam a uma saída de casa depois de jantar. Por isso, os Contos de Liberdade saem da toca para aquecer os motores e preparar o terreno para a chegada em Maio do Festival de Narração Oral. Os convidados desta noite são dois contadores locais que há já algum tempo andam a contar um pouco por todo o lado.

Luís Correia Carmelo nasceu em Lisboa, em 1976, mas foi no Brasil que cresceu até 1991. Licenciado em Estudos Teatrais, Mestre em Estudos Portugueses com a dissertação Representações da Morte no Conto Tradicional Português (Colibri) e doutorado em Narração Oral. Pertence ao Instituto de Estudos de Literatura Tradicional da Universidade Nova de Lisboa e ao Centro de Investigação em Artes e Comunicação da Universidade do Algarve. Conta desde 2003, em bibliotecas, escolas, associações, teatros e festivais, em Portugal e no estrangeiro. Criou projectos como os “Contapetes Bebés”, em coprodução com o Centro Cultural Vila Flor, o Teatro Maria Matos e a Pé de Mosca, a “Barraquinha dos Contos”, apresentada na Fundação Calouste Gulbenkien e nas “Palavras andarilhas”, ou as “Contatinas”. Reside em Faro desde há alguns anos.

Fernando Guerreiro nasceu em Beja e cresceu em Odemira, escreve e conta histórias pequenas a que chama de Micro Contos. Mudou-se de Odemira para o Algarve no ano 2000 e tem vivido entre São Brás de Alportel e Faro desde então. É Licenciado em Estudos Artísticos e possui uma pós-graduação em Promoção e Mediação da Leitura pela Universidade do Algarve. Começou a contar histórias em 2012 e desde então, sempre que pode, conta histórias tradicionais e de autor, sobretudo os seus Micro Contos, os quais publica desde 2010 no Facebook, tendo em 2015 editado o seu primeiro livro, uma coletânea de narrativas breves intitulada Ficou tanto por dizer (www.microcontos.pt).

O espectáculo é no dia 24 de Março, pelas 21h30, tem uma duração aproximada de 1 hora e 30 e realiza-se no Ginásio Clube de Faro. Os bilhetes custam 4€, sendo que quem pré-reservar na página Facebook da ARCA – Associação Recreativa e Cultural do Algarve (https://www.facebook.com/arcaalgarve/) e pagar antecipadamente, tem um desconto de 20%.

Para mais informações contacta associacao.arca.algarve@gmail.com ou

Fernando Guerreiro 917 244 488

André Lara 936 338 633

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2º Festival do Medronho de Monchique

Publicado em 17 Março 2017 por RUA

O 2º Festival do Medronho de Monchique vai decorrer nos dias 1 e 2 de abril, no Heliporto Municipal.

O evento é promovido pela Câmara Municipal de Monchique, em parceria com a Associação de Produtores de Aguardente de Medronho (APAGARBE), a Confraria do Medronho e com a colaboração de várias entidades.

Este festival vem testemunhar a importância que o medronho tem na economia, no tecido social, na criação de oferta turística e acima de tudo na transmissão de tradições aliadas à perspectiva da modernização.

Pretende-se, com este festival, elevar o talento humano na produção do medronho que acompanha gerações e eternizar costumes e tradições.

Por outro lado, pretende-se chamar junto do medronho outros casos de sucesso, por isso farão parte desta edição empresas de outras áreas de atividade, que não a vinícola, mas cujas experiências possam ser interessantes para este mercado.

Em debate estarão temas como “O que é Português é bom! Da internacionalização do Medronho e de outros produtos tradicionais/regionais.” e “As boas ideias não têm idade, nem se gastam – Da modernização dos produtos tradicionais como o medronho”.

Serão conversas sobre as várias experiências e projectos de modernização e internacionalização de produtos tradicionais e regionais que vão contar com convidados tais como Marta Aragão (Formadora e Marketeer); José Conceição (Vice-Presidente da Associação dos Produtores de Figo da Índia); José Oliveira (Diretor Geral da Areal); António Magalhães (representante da NKA e do projeto “Algarve Store & Business Online”); Ana Marques Pereira (Autora de vários livros sobre o universo da cozinha e da culinária ao longo dos séculos. Médica e investigadora em história da alimentação da época moderna, a quem a estética dos objectos de mesa e os utensílios de cozinha têm apaixonado); Álvaro Viegas (Presidente da ACRAL); Conserveira de Lisboa (empresa familiar e verdadeira loja “tradicional” que mantem nos 27 países da UE o registo das suas três marcas – Tricana, a Prata do Mar e a Minor – com os respectivos Copyrights).

A edição anterior reuniu diversas entidades e especialistas conceituados com conhecimento científico e tecnológico, proporcionando momentos de discussão e reflexão em torno do medronho e nas suas múltiplas vertentes desde a produção, comercialização, consumo, distribuição e comunicação.

Esta edição reúne, portanto, casos práticos e empresas de sucesso com projetos de modernização de produtos tradicionais e estratégias de internacionalização e comercialização interessantes.

O “medronho” irá então reunir boas ideias, boas práticas e bons exemplos que juntos vão fazer desta edição um evento a não perder.

Paralelamente à presença dos produtores de medronho do concelho, através da Exposição e venda de Aguardente e Melosa, o Festival agrega uma programação variada.

Para explorar o medronho enquanto bebida irá realizar-se a competição Flair Bartending  e durante o Festival haverá uma Exposição de todas as marcas de Aguardente de Medronho engarrafadas em Monchique desde os anos 40 até hoje. Todas estas garrafas guardam uma história. Uma história de família, de processo, de comercialização.

Para dinamizar o medronho enquanto fruto o visitante poderá assistir, no “Espaço Sabores”, a diversos momentos de showcooking dinamizados pela Associação de Cozinheiros e Pasteleiros do Algarve e apreciar mostras e degustações de doçaria, compotas e licores de medronho e momentos de apresentação de doçaria tradicional reinventada pelas pastelarias locais, tendo sempre o medronho presente nas propostas apresentadas.

Nesta vertente o festival convida a uma união de sabores, com a presença de chefes de cozinha internacional, tais como Valéria Olivari, chef Peruna, que irá criar pratos típicos do país de origem com medronho.

O festival projeta então o medronho “além fronteiras” como um fruto versátil, apetecível e dinâmico que irá resultar em criações interessantes e imperdíveis.

 

Para compor o programa haverá também:

- Encontro Artísticos – Teatro nas catedrais do medronho, pelo Lavrar o Mar. São roteiros teatrais para ir à descoberta dos rituais alquímicos da destilação do medronho, ouvindo histórias acompanhadas de deliciosos petiscos. Um carrossel de viagens, aromas e sabores para descobrir lugares agora habitados pelas histórias, contadas ao ritmo de uma pequena refeição;

 

- Espetáculos de Magia com alambiques com Carlos Rivotti;

 

- Fado com Adriana Marques, Custódio Castelo e o João Chora;

 

- Stand Up Comedy com Sandro Colaço;

 

- Atuação do Grupo de Cantares da Confraria do Medronho;

 

- VII Passeio TT Rota do Medronho;

 

- Concurso de Rótulos das Garrafas dos Produtores de Aguardente de Medronho de Monchique presentes no Festival;

 

- Desmonstrações do processo de destilação com alambique ao vivo;

- Exibição do documentário sobre a produção de Aguardente de Medronho – Casa do Medronho de Marmelete;

 

- Apresentação projeto “Terra”, um trabalho discográfico, de carácter solidário, que surge na sequência dos incêndios de Setembro de 2016, na Serra de Monchique.

Sob o lema “Um disco, uma árvore” este é o contributo da comunidade artística algarvia para esta causa ambiental.

Esta apresentação será precedida de um concerto com 2 bandas participantes no projeto: Helena Madeira (voz e harpa) e OrBlua (voz e percussão).

O Festival recebe, ainda, uma exposição de aguardentes do mundo. Pelo mundo fora temos toda uma panóplia de bebidas destiladas: Arak – Líbano; Grappa – Itália; Kirsch – Alemanha; Genebra – Holanda e Bélgica; Soju – Coreias do Sul e do Norte; Poire – França; Pisco – Peru e Chile; Cachaça – Brasil. A forma varia, mas a essência é a mesma. Destila-se. E é este trabalho, a arte da destilação, que se quer realçar também nesta 2ª edição.

Para que não haja mais olhos que barriga e para compor o paladar propõe-se petiscos para apreciar com o medronho. São regionais, feitos com produtos locais, portanto é a conjugação mais que perfeita para compor esta programação e para programar uma visita à 2ª edição do Festival do Medronho.

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Associação Recreativa e Cultural dos Músicos comemora 27 anos

Publicado em 16 Março 2017 por RUA

A Associação Recreativa e Cultural dos Músicos (ARCM) está a preparar a Festa do 27ºAniversário, que vai ter lugar na sua sede, situada na Vila Adentro – Rua do Castelo, nº4, em Faro.

O evento tem lugar a 8 de Abril, às 20h e que consiste num jantar que vai juntar sócios, amigos e convidados, numa noite com um programa construído com a colaboração de artistas locais, nomeadamente Fados de Coimbra, Natai, Mauro Amaral e Rakata.

O momento solene da noite tem lugar àss 22h com a apresentação dos novos órgãos sociais da ARCM, eleitos recentemente.

A participação no jantar tem o valor de 8€ para sócios da ARCM ou 10€ para não sócios, devendo ser confirmada presença (para info@arcmusicos.org ou 969 923 945) até 6 de Abril.

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Pêra volta a receber esculturas em areia

Publicado em 16 Março 2017 por RUA

Um grupo de escultores de areia já começou a edificar a nova cidade de areia, em Pêra, dando forma a cerca de 40 000 toneladas de areia que serão exibidas ao público a partir de 1 de abril.

A ‘SandCity’ celebra este ano 15 anos de edições consecutivas do Festival Internacional de Esculturas em Areia, o Fiesa, com um novo conceito de e uma nova exposição de esculturas num tributo às artes.

Esta semana começam a tomar forma nesta mega-exposição algumas das mais conhecidas obras de pintura, escultura, arquitetura e design, bem como cenas e protagonistas memoráveis da literatura, do cinema e da música.

Entre os artistas, que vieram de diferentes zonas de Portugal, de vários países europeus, dos Estados Unidos e do Canadá, contam-se alguns que foram recentemente premiados nesta forma de escultura.

O festival vai estar aberta até 31 de outubro, com novas atividades, um espaço para atelier de artes e espetáculos de música, dança, multimédia e teatro em inéditos palcos de areia, oferecendo uma nova experiência aos visitantes.

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Luísa Sobral é a próxima convidada do Ciclo Femina

Publicado em 13 Março 2017 por RUA

No próximo dia 18 de março, sábado, pelas 21h30, o Cine-Teatro Louletano recebe o terceiro concerto integrado no Ciclo Femina. Depois de Teresa Salgueiro e de Rita Red Shoes , Luísa Sobral é a próxima grande voz feminina nacional a pisar o palco desta sala de espetáculos.

“Luísa” é o quarto álbum de originais de Luísa Sobral, editado em 2016 e agora apresentado ao vivo. Neste disco estreitam-se a cumplicidade e os laços afetivos com quem ouve, em novas canções e letras tocantes, que a colocam num novo patamar de maturidade criativa: ainda mais segura, exigente, autêntica e espontânea. Foi gravado em Los Angeles, no mítico United Recording Studios, por onde já passaram nomes históricos como Frank Sinatra, Ray Charles, Ella Fitzgerald, Jay-Z, Radiohead ou U2.

Ao leme da produção esteve Joe Henry, vencedor de três Grammy Awards, que para além de uma sólida carreira em nome próprio assina trabalhos de músicos como Elvis Costello, Solomon Burke, Beck ou Madonna.

Após ter vivido por 4 anos nos Estados Unidos, Luísa Sobral estreou-se em 2011 com a edição de “The Cherry on My Cake”, um álbum bem recebido pelo público e pela crítica. Seguiu-se “There’s A Flower In My Bedroom” (2013), com 17 canções e prestigiados convidados, como Jamie Cullum e os portugueses António Zambujo e Mário Laginha. A sua discografia conta ainda com “Lu-Pu-i-Pi-Sa-Pa”, editado em 2014, que expande o seu universo para fora dos limites estéticos dos seus dois primeiros discos.

Em 2017, Luísa Sobral volta a percorrer o país, agora com novas canções. Em palco está em casa. E tem a amabilidade generosa de nos convidar a visitá-la. E de nos fazer sentir em casa.

O concerto tem a duração aproximada de 70 minutos e o bilhete tem um custo associado por pessoa de 12 euros, passando para 10 euros no caso dos maiores de 65 e menores de 30 anos. O Cartão de Amigo é aplicável a este evento.

Para mais informações e reservas os interessados podem contactar o Cine-Teatro Louletano pelo telefone 289 414 604 (terça a sexta-feira, das 13h00 às 18h00) ou pelo email cinereservas@cm-loule.pt Além disso, podem consultar a sua página de facebook – www.facebook.com/cineteatrolouletano ou o seu website http://cineteatro.cm-loule.pt, em permanente atualização, existindo também a possibilidade de compra on-line de ingressos através da plataforma BOL, em https://cineteatrolouletano.bol.pt/

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Som Riscado – Festival de Música e Imagem de Loulé regressa com 2ª edição

Publicado em 02 Março 2017 por RUA

Entre os dias 5 e 9 de abril, o Som Riscado – Festival de Música e Imagem de Loulé volta para a sua segunda edição, depois do lançamento em 2016. O programa inclui atividades para crianças/jovens e famílias, concertos, performances, instalações e formação. No cartaz deste ano surgem vários nomes a ter em conta, como The Happy Mess, DJ Ride, Noiserv com Luís da Cruz, Orblua com Tiago Pereira e a dupla Filipe Raposo e António Jorge Gonçalves com a Escola Secundária de Loulé, entre outros. 

Loulé volta a (ar)riscar apresentando propostas performativas/visuais que exploram novas linguagens sonoras e diálogos inovadores entre música e imagem, num festival diferente e surpreendente a Sul, que abre horizontes a miúdos e graúdos e promete momentos de espanto.

The Happy Mess e DJ Ride proporcionam concertos únicos com uma vincada e criativa dimensão visual, pensados para ambiente indoor, enquanto Noiserv e Tiago Pereira interagem com nomes da região como, respetivamente, o fotógrafo Luís da Cruz e a banda Orblua, em espetáculos audiovisuais mais intimistas especialmente concebidos para o som riscado.

Fazer uma releitura contemporânea, pelo som-palavra-imagem, do universo dos ofícios tradicionais (inclusive dos ligados à realidade louletana) é uma das tónicas do festival, numa parceria com o projeto Loulé Criativo que se concretiza no concerto Mãos, juntando os Orblua ao realizador Tiago Pereira.

A programação para os mais novos e famílias é reforçada nesta segunda edição, rumando ao Algarve duas companhias de referência sediadas no Porto, Sonoscopia e Radar 360º, que apostam em originais e arrojadas experimentações ao nível da instalação-concerto e da performance sonoro-visual, estimulando a criatividade e a interação em formatos que, no fundo, chegam a todos os públicos.

Um reconhecido nome da música erudita portuguesa, Filipe Faria, propõe um concerto intimista com dança e vídeo, “Todas as noutes passadas”, que mais parece uma floresta reinventada, repleta de sons antigos e novos que estão na memória do corpo, e que adquirem aqui uma roupagem envolvente e transportadora convidando a uma viagem que fala de saudades e amores.

Os alunos da comunidade escolar do Concelho (1º ciclo e Curso de Artes Visuais da Escola Secundária de Loulé) também são convocados para o Som Riscado, inspirando com as suas criações o espetáculo “Qual é o som da tua cara?” com os prestigiados Filipe Raposo (piano) e António Jorge Gonçalves (desenho digital em tempo real). O público jovem tem ainda a oportunidade de contactar de perto com o processo criativo de DJ Ride num showcase que o mediático músico irá dinamizar.

Não faltará também um workshop sobre microscopia sonora e sons interiores para profissionais e outros curiosos, ministrado pela Sonoscopia.

A dimensão inclusiva pela arte não é esquecida, com uma nova e surpreendente criação de Yola Pinto e Simão Costa: SYN.Tropia, um concerto-dança para surdos e outras audições/públicos.

Os bilhetes para o festival já se encontram à venda, havendo um bilhete diário com custo associado de 5 euros por pessoa e um passe para os cinco dias de festival pelo valor de 12 euros. O programa do festival dirige-se a famílias e ao público em geral a partir dos 6 anos. 

O programa detalhado do festival encontra-se disponível em http://cineteatro.cm-loule.pt ou na página de facebook do Cine-Teatro em www.facebook.com/cineteatrolouletano.

A organização é da Câmara Municipal de Loulé / Cine-Teatro Louletano, com as seguintes parcerias: Loulé Criativo, Escola Secundária de Loulé, Casa da Cultura de Loulé, Etic_Algarve, Zonzo, Centro Cultural de Belém – Fábrica das Artes e Arte das Musas.
Para mais informações e reservas os interessados podem contactar o Cine-Teatro Louletano pelo telefone 289 414 604 (terça a sexta-feira, das 13h00 às 18h00) ou pelo email cinereservas@cm-loule.pt

Bilhetes à venda no Cine-Teatro, FNAC, Worten, CTT, Pousadas da Juventude, El Corte Inglés, Lojas Note!, Rede Serveasy e BOL (reservas 18 20 e www.bol.pt)

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Tavira recebe 10ª edição da Maré de Contos

Publicado em 01 Março 2017 por RUA

Entre os dias 5 e 12 de Março a Associação Cultural Rock da Baixa-mar em parceria com a Biblioteca Municipal de Tavira e  a Associação promovem a 10ª edição da Maré de Contos, uma iniciativa que conta com o apoio da Câmara Municipal de Tavira e do Programa 365 Algarve.

Este ano a Maré de Contos vai surgir  com um programa diversificado, dando continuidade aos objetivos inerentes a este evento: divulgar novas possibilidades na relação de prazer com a leitura, com as histórias, o contar e ouvir, e os princípios pedagógicos associados a estas práticas; bem como lançar um trabalho de recolha do património oral do concelho / região, dinamizando e valorizando a sobrevivência cultural.

O grau de literacia de uma comunidade está relacionado com a sua qualidade de vida. O património e a sua preservação, as memórias do passado são alicerces mas e se o futuro que habita as pessoas não for esclarecido? Literacia não tem a ver com elitismo cultural, tem antes a ver com o crescimento individual e colectivo.

Os contos, os contadores e os livros estarão presentes nesta Maré que virá agitar a criatividade, a imaginação, a curiosidade, a procura e o Conhecimento.

A iniciativa conta com a presença de Cristina Taquelim, Isabel Alçada, Gimba, Thomas Bakk, Patricia Amaral, Ana Sofia Paiva, entre outros.

Programação completa aqui  

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